OLHA PRÔ CÉU TERÇA, 28 VÊNUS TENSÃO MARTE

 



A gente leva tudo e mais um pouco para  um  relacionamento.

Nossa biografia inteira, que na esmagadora maioria das vezes está mal alinhavada, incompreendida, cheia de fios soltos.

E a tendência qual é?
Engancharmos feito anzol a cada complexo – usina de energia que abriga nossos conteúdos feridos, inconscientes, sombrios,  mal resolvidos. Quando cutucado,  automaticamente o complexo é ativado, e aí está a receita da praticamente eterna permanência, na antessala do fuego do andar inferior.  

A gente repete, se machuca, machuca o outro, magoa e o script, caso varie, é muito pouco.

Vamos no automático como se isso fosse natural.

Pode até ser comum, pois é do humano, mas não é este o propósito do encontro de dois adultos. Assim sendo, a única coisa que compreendo possa ser curativa, é mesmo o autoconhecimento.
Conhecer os nossos bastidores é o que de melhor podemos fazer por nós e por quem nos cerca. Invista em você, do contrário, acredite, ficará muito aquém do que poderia.

Descortinar-se é um bom foco. Isso traz ampliação da nossa consciência e cria a possibilidade de direcionarmos a nossa vida conforme nos parece pulsante. Invista na possibilidade de melhores escolhas e qualidade de VIDA!

A intensidade com que desejamos o amor e os prazer aumenta e temos ainda o estímulo para encontrarmos saídas diferentes, inovadoras, criativas.

Não falta energia, cada pedacinho do nosso altar interno parece erotizado e buscando por VIDA que reflete  aqui do lado de fora.

Tente sair do padrão, dos paradigmas exaustos. Coloque energia na comunicação.  O outro nos revela. Pense nisso.

 

 

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